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CAPELANIA CEMITERIAL OU FÚNEBRE

CAPELANIA CEMITERIAL OU FÚNEBRE

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Regulamentação da Capelania

Legislação Brasileira

A assistência Espiritual nas entidades civis e militares de internação coletiva é disposto previsto na CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA DE 1988 nos seguintes termos: “É assegurada, nos termos da LEI, a prestação de assistência religiosa nas entidades civis e militares de internação coletiva.” (CF Art. 5º, VII) A LEI 6.923, de 29/06/1981, alterada pela LEI 7.672, de 23/09/1988, organizou o Serviço de Assistência Religiosa nas forças Armadas. A partir desta legislação temos definido que:  “O serviço de Assistência Religiosa tem por finalidade prestar assistência religiosa e espiritual aos militares, aos civis das organizações militares e ás suas famílias, bem como atender a encargos relacionados com as atividades de educação moral realizadas nas Forças Armadas.” (LEI 6.923,Art. 2º) Introdução: A capelania é a organização responsável, pela transmissão dos cuidados às pessoas que estão em crises. Através da capelania tem-se a oportunidade de ministrar o evangelho, como também, de descobrir os meios de auxiliar as pessoas que estão com problemas, a enfrentar séria e realisticamente as suas frustrações, medos e desapontamentos, é um trabalho de assistência. É assegurado nos termos da lei, a prestação de assistência religiosa nas entidades civis e militares de internação coletiva (Art. 5 º da CF). Para fins de dar assistência religiosa, foi assegurado na constituição vigente tal direito substanciado no serviço de capelania. A capelania legalmente constituída, representada por capelães preparados para tal função, usando-se o princípio do bom senso, a maneira de trajar-se, a maneira no trato pessoal, a boa formação, sobretudo, espiritual e respeitando as normas próprias de cada instituição, é assegurado o direito de entrar e sair. No nosso dicionário capelania significa o ofício do sacerdote que dá assistência religiosa a uma instituição civil ou militar, mas também podemos dizer que é a praticidade do amor, pois ao exercê-la abrimos mão do nosso tempo para investir no próximo. A capelania não seria um catecismo, muito menos um lugar de oportunismo para se propagar religião, mas em linhas gerais seria de estar levando consolo e conforto espiritual mediante o consenso, aceitação e liberdade da pessoa. Isto sim é capelania, se colocar à disposição em benefício do próximo.

Como vivemos num país livre, religioso de diversas crenças é comum a pessoa que se encontra em dificuldade se dirigir a um ser superior de caráter espiritual e questionar o porquê aquilo está acontecendo com ela? Quais foram suas ações para merecer tal "castigo", e no meio de um silêncio busca até mesmo na fé um milagre, crendo que tudo aquilo que ela está vivendo não passa de um pesadelo e ela não vê a hora de acordar. É nesse exato momento que a capelania entra em ação, não para prometer cura, milagre, não para achar uma culpa do tipo "você está passando por isso por que você pecou...." Não para convencê-la de um ser superior maior do que o que ela já vem crendo. A capelania se justifica para atender esta pessoa que vive nesse drama, oferecendo a ela um lugar de escuta de suas emoções, de seu contexto familiar, de seus questionamentos sem ser julgado e poder oferecer a ele conforto e consolo.

 

Atua em cemitérios, locais de velórios e com famílias enlutadas.

O serviço prestado nessa área em regra caracteriza-se como assistência religiosa, tendo em vista que as religiões possuem suas crenças e ritos específicos em relação à morte e ao ofício fúnebre. Como exemplo disso, enquanto os católicos e evangélicos creem na existência de uma única vida e na ressurreição, os espíritas creem na reencarnação e evolução do espírito. A liturgia fúnebre católica tem seu foco no falecido, ao passo que o rito evangélico geralmente foca os familiares. Todavia, em linhas gerais, pode-se afirmar que a capelania fúnebre visa ao conforto espiritual dos familiares e amigos e à autorreflexão sobre suas vidas, com a finalidade de melhoria de relacionamentos e crescimento pessoal. Há capelães que prestam serviço de forma fixa nesses locais. No entanto, o mais comum é que capelães das demais áreas realizem esse atendimento quando ocorre o falecimento de alguém ligado à sua própria instituição. Além da assistência religiosa propriamente dita, há casos em que o capelão precisa assessorar a família do (a) falecido (a) quanto a providências relacionadas ao sepultamento do ente querido e outras questões, tais como requerimento de benefícios.

CAPELANIA FÚNEBRE

Conhecida também como Capelania Cemiterial, este tipo de capelania é muito importante e rara em nossos dias. No evangelismo do passado era comum ver pessoas distribuindo folhetos em cemitérios e em velórios, procurando de alguma forma confortar aos que perderam seus entes queridos, mas nos dias atuais, creio que devido às correrias modernas, isso infelizmente tem sido esquecido.

O QUE É CAPELANIA FÚNEBRE?

Capelania Fúnebre nada mais é que levar conforto a quem sofre alguma perda de um ente querido, e existem diversas formas de realizar este trabalho, vejamos: 1 – Visitar cemitérios e deixar algum folheto com os familiares. Mas essa abordagem deve se limitar a uma breve apresentação e a solicitação de permissão para deixar uma literatura, caso a pessoa rejeite não se deve fazer cara feia, mas seguir adiante. 2 – Adentrar ao Velório e procurar a pessoa responsável, se houver interesse, pois muitos não possuem a presença de nenhum religioso, ler uma porção bíblica e orar pelos presentes, tudo muito rapidamente e sem ofender a religiosidade de nenhuma pessoa abordando temas delicados. 3 – Se conhecer a família enlutada, visite-a nos dias que se seguem, pois a dor do luto por vezes demora alguns dias a surgir, devido ao estado de choque que muitos sofrem. Se você gosta de consolar pessoas nos momentos de sofrimento, a Capelania Fúnebre é uma boa opção, todavia é recomendável um curso para exercer essa atividade com sabedoria. (Fonte:https://eteas.teo.br/)

INTRODUÇÃO: Estar próximo de alguém que perdeu um ente querido não é fácil. Neste trabalho falarei sobre como acolher e auxiliar uma pessoa que está em luto (enlutado). A perda de um ente querido ou até mesmo de um animal de estimação pode acontecer em qualquer momento da vida e com qualquer um de nós. A verdade é que por mais que saibamos que teremos de passar por essas perdas, nunca estamos preparados para tal situação. Neste manual da Capelania fúnebre abordarei os seguintes tópicos que considero importantes e necessários que o ajudarão em seu trabalho voluntário.

O QUE É LUTO?

O luto e a forma como lidamos com a perda de alguém. É um período natural de transição, com mudanças na rotina e nas nossas expectativas. Cada pessoa passa por esse processo de forma única, manifestando seu luto de forma diferente. Com o passar do tempo e com o apoio adequado, a pessoa poderá entender seu processo e retomar suas atividades, convivendo melhor com as lembranças. Sentimentos comuns no processo de luto Há alguns sentimentos comuns no luto. Conhecê-los pode te ajudar a entender o que o enlutado está vivendo, lembrando que a pessoa pode sentir outras emoções até mesmo de maneiras diferentes de como descrevo aqui. Tristeza E o sentimento mais comum, muitas vezes aparece pelo choro. Também é comum sentir que será difícil rir de novo ou se alegrar. Raiva Sensação de frustração e injustiça e vontade de querer achar um responsável pela morte. É comum se revoltar contra o mundo, Deus ou contra si mesmo. Culpa e autocensura Aparece como um sentimento de não ter sido bom o suficiente, de desejar ter feito algo diferente ou mesmo de ter evitado a morte do ente querido. Às vezes aparece como uma cobrança dura consigo mesmo. Ansiedade Pode ser uma sensação de insegurança, de que algo ruim vai acontecer, de medo ou de culpa por algo que foi feito ou dito. Pode aparecer também como irritabilidade, inquietação, insônia, coração acelerado, tensão muscular e sudorese. Choque É aquela sensação de ficar congelado, como se o tempo em volta parasse. Ocorre mais frequentemente no caso de morte inesperada. Alívio No luto também é possível ter sentimentos positivos e tranquilidade. Esses sentimentos não devem ser julgados. Cansaço Coisas mais simples podem virar exaustivas. A pessoa se sente com pouca energia e sem disposição. Solidão É normal se sentir sozinho mesmo com gente ao redor ou mesmo querer ficar isolado por um tempo. Também são comuns mudanças no sono (dormir demais ou ter insônia) e no apetite (comer excessivamente ou falta dele), baixa libido, falta de concentração, dificuldade em tarefas que antes eram simples e memória prejudicada. É importante lembrar que caso esses sentimentos coloquem a vida do Enlutado em risco, deve-se procurar ajuda de um profissional imediatamente. Sofrer por uma perda é normal. Mesmo que se queira, não controlamos tudo o que sentimos. Chorar, falar somente sobre o luto, pensar nisso o dia inteiro é natural e faz parte do processo. Por isso, tentar evitar que o enlutado sofra, nem sempre ajuda. Como ajudar? Não tenha medo de tocar no assunto Pergunte como a pessoa tem se sentido. Se existir algum grupo de luto na sua cidade, você pode incentivar que ela participe. Acolher É ser um apoio para a pessoa conseguir passar por esse momento. Não se preocupe tanto em saber o que falar, o importante é mostrar que você está ali junto dela e que ela não está sozinha. Evite falar: Que você sabe como a pessoa se sente Como se nada tivesse acontecido Comparando à outra pessoa Você pode: Deixar a pessoa falar Escutar com atenção Buscar entender o que ela está passando Respeitar o silêncio quando ela não quiser falar Respeitar o que ela sente e pede Acolher também pode ser um abraço, uma mão no ombro, olhar nos olhos, oferecer um lenço quando a pessoa chora... e tantas outras formas de carinho. Ajudar na rotina Tarefas domésticas como: Limpeza da casa e cozinhar Cuidar de crianças e animais de estimação Oferecer abrigo quando não quiserem estar sozinhos em casa. Acompanhá-los quando precisarem sair. Ou até mesmo fazer compras no mercado, etc. É importante lembrar que o ente falecido costumava ser o que tomava conta de certas tarefas domésticas, ou representava determinado papel na família. A dor do luto faz com que tarefas do dia a dia percam sua importância naquele momento. Por isso, coloque-se à disposição, não espere que a pessoa peça. De tempo ao tempo Se a pessoa deseja ficar em casa, você pode oferecer sua companhia. Se quiser incentivá-la a sair ou fazer algo diferente, seja respeitoso. Você pode acompanhá-la e dizer que a hora que ela quiser, vocês podem retornar. Entre no ritmo do enlutado e não o inverso. Para algumas pessoas, rever os pertences e fotos pode ser doloroso, para outros pode ser um conforto. Incentive que a pessoa entre em contato com diferentes experiências descobrindo o que faz com que se sinta melhor. Respeite as tradições As tradições e cerimônias variam de acordo com as crenças, a família e a cultura do enlutado. Mas geralmente carregam o mesmo significado: a despedida é uma declaração de afeto a quem se foi. Isso pode ser através da escrita de uma carta, da ida ao cemitério, cantando músicas ou revisitando histórias, por exemplo. Não se afaste É comum que o enlutado queira se isolar, mas é muito importante que ele possa sentir que pode contar com você. Alguns dizem se sentir muito sozinhos, pois as pessoas vão se cansando de estar por perto, de ouvir as mesmas lembranças ou acreditam que eles já estão bem o suficiente para tocar a vida sozinhos. Mas o luto é uma nova condição de vida. Não espere que a pessoa “volte”a ser a mesma. Perder alguém é como perder uma parte de si mesmo, é natural se reinventar.

QUANDO PROCURAR AJUDA PROFISSIONAL?

Quando o luto coloca em risco a vida e a saúde, o acompanhamento psicológico é indispensável. Como já foi dito, a elaboração do luto é relativa. Varia de pessoa para pessoa, podendo durar meses ou até mesmo anos. Por isso, é importante observar a intensidade e os efeitos gerados na vida da pessoa. O momento de procurar ajuda profissional é quando o luto, para além da tristeza comum, coloca a vida ou a saúde da pessoa em risco: sinais de desenvolvimento de transtornos, doenças, abuso de álcool e/ou outras drogas, perda total de interesse nas atividades cotidianas e vontade de acabar com a própria vida. É importante que essa pessoa receba apoio de familiares e amigos próximos. A ajuda profissional é válida a qualquer momento, tanto para o enlutado quanto para quem o apoia, mas principalmente nos casos citados acima. CONCLUSÃO: Como foi descrito nas informações acima, cada pessoa reage de uma forma individual e diferente ao processo do luto. Caso você precise de ajuda no processo de recuperação pós luto ou se você conhece alguém nesta situação entre em contato e terei maior satisfação em ajudá-lo (a). Prazer! Meu nome é Danielle Custodio, atuo como profissional Master Terapeuta, sou especializada em leitura corporal comportamental e transtornos emocionais graves, e atendo online homens, mulheres, adultos, crianças e adolescentes. Sou especializada em TRG- Terapia de Reprocessamento Generativo e Leitura Corporal e Comportamental desde 2023 com registro no CITRG N° 09.356 Atuando na resolução de problemas emocionais como: traumas, medos, fobias, compulsões,bloqueios emocionais, ansiedade, depressão,síndrome do pânico entre outros. Para mais informações entre em contato ou me siga nas redes sociais, instagram: @danielleccustodio.

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