CURSO PREPARATORIO DE OBREIROS GRATUITO!
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1. INTRODUÇÃO
“Lembra-lhes que se sujeitem aos que governam, às autoridades; sejam obedientes, estejam prontos para toda boa obra. Aconselhe que não falem mal de ninguém, mas que sejam calmos e pacíficos e tratem todos com educação”. ( Tito 3:1-2 ) Obreiro, servidor de uma obra. Comumente nas igrejas assim chamado e às vezes até consagrado nesse mesmo título, numa construção também chamada de obra, todos os operários ou trabalhadores são obreiros, porém cada qual tem sua função, quando falamos obreiro não é uma consagração ou função, mas sim todo aquele que trabalha em uma obra, mas as hierarquias são diferentes. Obreiros são: auxiliares, diáconos, presbíteros, evangelistas, missionários, pastores, bispos, apóstolos e patriarcas, a mais nova unção chegando às igrejas. Duvido se um pastor disser: “amanhã teremos reunião de obreiros” se todos não entenderão que são eles. Existem duas maneiras de eleger um obreiro: Aclamação ou consagração. 1. Por meio de aclamação isso é sendo reconhecido pela sua congregação e eleito ao cargo pela maioria e a qualquer tempo pode ser destituído. 2. Consagração é a posição do obreiro que foi derramado o óleo de unção sacramentando assim para sempre sua posição. Olhando por uma visão de hierarquia a vida inicial de um obreiro deve ser de auxiliar, que no novo testamento também recebe o nome de cooperador. Desde que Deus criou o homem, ele tem demonstrado a necessidade de Seu povo ser conduzido por líderes (Gn 1.26-30). Apesar da fraqueza do homem e do fracasso de alguns, a verdade bíblica sobre o propósito de Deus não pode ser anulada. A Igreja vista como um organismo composto de membros com funções (dons) e necessidades diversas, requer uma administração criativa que possibilite a expressão destas funções, bem como a criação de mecanismos, onde cada necessidade daquele corpo de crentes possa ser suprida. Com isto, almas perdidas terão uma oportunidade válida de conhecer o plano de salvação. A criação de departamentos e ou ministérios específicos na Igreja, voltadas para dar oportunidade a cada cristão de exercer um tipo eficiente de trabalho conforme seus talentos é uma forma dinâmica, bíblica e comprovada, de funcionamento da Igreja, que, de fato, glorificam a Deus prioritariamente, e como conseqüência, suprem as necessidades do corpo. Ao mesmo tempo criam um senso sadio de realização pessoal no serviço sagrado, quanto à vocação de cada crente diante de Deus. Melhor de tudo, é que Deus é grandemente glorificado através de um crescente número de almas salvas, acompanhadas e edificadas num discipulado sério e constante.
2- O OBREIRO E A CHAMADA PARA O MINISTÉRIO
O OBREIRO FOI CHAMADO OU SE CHAMOU? 2.1- Tipos de chamada – O obreiro chamado e escolhido é aquele que foi dado uma missão e ele executará com zelo, sobressaindo, se destacando em suas funções, e com isso caindo na graça da igreja e sendo bem visto, e terá seu tempo ocupado na sua igreja por que foi visto nele competência. O obreiro que se chamou ele não executa bem a sua missão, sempre está distante da igreja vivendo com suas próprias regras, sempre coloca pessoas para fazerem o que ele deveria fazer, e no negativo maior em sua vida a função que ele liderar na igreja sempre mostra fracasso na sua gestão, troca a gestão e você ver o crescimento, isso é porque ele não tem zelo no chamado. Ele se chamou. Comentário: “Entregue uma função ao obreiro e observe se o departamento dele prospera ou fracassa, as pessoas não dão crédito a um obreiro que vive suas regras, que vai na sua congregação quando quer, e não tem compromisso com o corpo de obreiros, em pouco tempo ele perceberá a sua rejeição. Muitas pessoas têm experimentado o “caos espiritual” porque se fizeram simplesmente “obreiros profissionais”. 2.1.1 - Chamada Universal – há um sentido em que todos os crentes são chamados para a obra, e essa chamada se caracteriza pelo amor as almas e por um intenso espírito de evangelização (Lc 19.10; Mc 15.16 e Rm 10.18). 2.1.2 - Chamada Específica – certas pessoas, porém, são chamadas e escolhidas pelo Senhor para servirem de modo definido e marcante. Comparando a Igreja do Senhor como um grande exército, torna-se necessário uma variedade de ministérios, como: pastores, evangelistas, missionários, diáconos, intercessores, mantenedores, professores, porteiros, visitadores, líderes, e muitos outros, todos “obreiros” na obra de Deus. Cada crente tem o seu trabalho que é “determinado pelo Senhor”, e é um privilégio receber a tarefa específica dada pelo Senhor (Jo 15.16; Ef 4.15,16); 2.1.3 - Variedades de ministérios – assim como um corpo precisa de uma variedade de membros para funcionar em harmonia, a Igreja do Senhor, como um corpo, mantêm o mesmo princípio (Rm 10.15; 12.4-8; Ef 4.8,11; ITm 3 e Ex 31.6); 2.1.4 - Ministérios falsos – concluímos que existem pessoas que escolhem o ministério como profissão (Lv 10.1-3), para adquirir prestígio (Nm 16.1-3), e pelo simples prazer de querer ser. (IISm 18.22; Ez 3.3,6). 2.2 - Modo da Chamada – como pode alguém saber que está sendo chamado por Deus para o ministério? Como evitar o erro de Aimaás “o corredor” (2Sam 18:19-33), Nadabe e Abiu (Lev 10:1-2)? Como não se tornar um empecilho para os outros? A chamada divina se caracteriza pelos seguintes aspectos: 2.2.1 - Conceito espiritual – ICo 2.14; Is 30.21 2.2.2 - Iniciativa divina – Jo 15.16; Is 19.19; Am 7.14,15 2.2.3 - Direção do Espírito Santo – At 16.6-10 2.2.4 - Aptidões naturais – eloqüência, desenvoltura, etc 2.2.5 - Sensibilidade espiritual – IICo 3.5 2.2.6 - Reconhecimento pelos outros – colegas e líderes, etc. Preparação de Obreiros 2.3 - Qualificações para a Chamada 2.3.1 - Novo Nascimento – Jo 3.3; ICo 2.14-16 2.3.2 - Revestimento de poder – Lc 24.47-49 3.2.3 - Andar com Deus – At 3.12 2.3.5 - Educação – At 7.22 2.3.4 - A Escola da experiência – IICo 1.4,5 2.3.6 - Humildade – ICo 1.27-29 2.3.7 - Conhecimento bíblico – Mt 2.7 2.4 - Exigências para a chamada 2.4.1 - Qualificações naturais: a) Coragem – At 19.30 b) Diligência – Rm 12.8,11; ITm 1.15 c) Tato – IITm 4.1,2; ITm 5.1,2 d) Discrição – ITm 6.11 e) Cortesia – IPe 3.8 f) Asseio – Mt 5.37; Tg 5.12 g) Pontualidade – Mt 5.37 h) Responsabilidade – Jr 48.10 2.4.2 - Qualificações espirituais: a) Amor – Jo 15.12 b) Fé – Hb 11.6 c) Santidade – Is 52.11; Hb 12.14 d) Humildade – Mt 11.29 e) Paciência – Tg 5.7 f) Espírito perdoador – Lc 23.34 g) Distrações – IITm 2.4 2.5 - O Obreiro e sua vida pessoal – é impossível que um obreiro seja verdadeiramente espiritual em público e carnal na vida particular (Hb 4.13). 2.5.1 Quando casado a) Ter um lar padrão – ITm 3.4,5 b) Criar os filhos à luz da Bíblia – Ef 6.6 c) Liderança e sujeição – Ef 5.22-30 Preparação de Obreiros 2.5.2 - Quando solteiro a) Cuidar das coisas do Senhor – ICo 7.32 b) Ser exemplo dos fiéis – ITm 4.12 c) Fugir da prostituição – IITm 2.22 3 - O OBREIRO E AS SUAS ATIVIDADES Olhando por uma visão de hierarquia a vida inicial de um obreiro deve ser de auxiliar, diácono, presbítero, evangelista, missionário, pastor, bispo, apóstolo assim por diante. FUNÇÕES • Auxiliar 1. São aqueles obreiros membros da igreja de bom testemunho e ativos nos trabalhos do templo central e congregações; 2. São auxiliares aprovados por Deus, pelo pastor presidente e ministério geral da igreja; 3. Muitos atuam próximo ao púlpito e a administração da igreja como auxiliares do pastor ou dirigente de congregação ajudando na realização dos trabalhos da igreja; 4. Obreiros que tem vocação ao crescimento ministerial na igreja que serve; O papel social do auxiliar da igreja: 1. Auxiliam em funções diversas na igreja como porteiros, secretários, tesoureiros, regentes, assistentes de mocidade, dirigentes do círculo de oração, zeladores, etc; 2. O obreiro auxiliar da igreja é um forte candidato ao diaconato quando, principalmente, exerce essa função ser ter o titulo de diácono; • Diácono Papel atual do Diácono na igreja: 1. Atuar na segurança, na organização, na acomodação e na ordem dos cultos e reuniões da igreja, especialmente, nos eventos que a igreja promove como congressos, conferências, cruzadas evangelísticas, campanhas, projetos, batismo nas águas e etc; 2. Cuidar, preservar e zelar pelos bens móveis e imóveis da igreja; 3. Auxiliar na organização e distribuição da Santa Ceia; 4. Atuar como coletor de dízimos e ofertas nos cultos e, quando necessário, por outros meios para a arrecadação de fundos para a igreja; 5. Cooperar na assistência social da igreja e outras atividades semelhantes; 6. Atuar, quando solicitado, em outras funções na igreja como: professor da Escola Bíblica Dominical, líder de departamentos, parte administrativa e dirigente de congregação; 7. Participar, quando solicitado, dos cultos como pregador da palavra ou dirigente do culto; • PRESBÍTEROS - Os presbíteros (episkopos) tinham várias funções: que pregavam e ensinavam (1 Tm 3.2; 5.17; Tt 1.9), oravam e ungiam os enfermos (Tg 5.14), dirigiam igrejas (1 Pe 5.2; 1 Tm 5.17). Segundo Lucas, os presbíteros já estavam presentes na igreja de Jerusalém (At 11.30, 14.23, 15.2,4,6-23), onde eram constituídos de cidade em cidade (Tt 1.5). Tiago e Pedro em suas epístolas gerais, dirigem-se aos presbíteros (1 Pe 5.1,2; Tg 5.14). Paulo dirige-se a eles e os chama de bispos (episkopos), outra palavra empregada para designar este mesmo cargo (At 20.28).Não se sabe quem eram e como foram escolhidos esses presbíteros – provavelmente pela imposição de mãos (At 6.6; 13.3; 1 Tm 4.14; 5.22) - mas certamente foram consagrados pela igreja sob orientação do Espírito Santo e conforme suas qualificações. Parece que atuavam de maneira semelhante aos anciãos das comunidades judaicas e do Sinédrio (At 11.30; 15.2-6.22-23; 16.4; 21.18).Se algum homem deseja ser presbítero, deseja um encargo nobre e importante (1 Tm 3.1). É necessário, porém, que o obreiro seja chamado por Deus e essa aspiração seja confirmada pela Palavra de Deus (3.1-10; 4.12) e pela igreja (3.10). A igreja não deve aceitar pessoa alguma para a obra ministerial tendo por base apenas seu desejo, sua escolaridade, sua espiritualidade, ou porque essa pessoa acha que tem visão ou chamada. Quem na igreja comete graves pecados morais, desqualifica-se para o exercício pastoral e para qualquer posição de liderança na igreja local (cf. 3.8-12). Tais pessoas podem ser plenamente perdoadas pela graça de Deus, mas perderam a condição de servir como exemplo de perseverança inabalável na fé, no amor e na pureza (4.11-16; Tt 1.9). Já no AT, Deus expressamente requereu que os dirigentes do seu povo fossem homens de elevados padrões morais e espirituais. Se falhassem, seriam substituídos (ver Gn 49.4; Lv 10.2; 21.7,17; Nm 20.12; 1Sm 2.23; Jr 23.14; 29.23). (Pv 6.32,33). O exemplo de Davi (2Sm 11.1-21; 12.9-15) não é justificativa para a pessoa continuar à frente da igreja de Deus, mesmo tendo violado os padrões já mencionados. Ele era rei e não sacerdote (muitos reis foram extremamente ímpios). Davi não teria as qualificações para o cargo de pastor de uma igreja do NT. Ele teve diversas esposas, praticou infidelidade conjugal, falhou grandemente no governo do seu próprio lar, tornou-se homicida e derramou muito sangue (1Cr 22.8; 28.3). • Evangelista 1. Análise Exegética e Conceitos Os texto bíblicos que mencionam o ministério e a pessoa do evangelista são: "No dia seguinte, partimos e fomos para Cesaréia; e, entrando na casa de Filipe, o evangelista (, que era um dos sete, ficamos com ele." (At 21.8) "E ele mesmo concedeu uns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas e outros para pastores e mestres," (Ef 4.11) "Tu, porém, sê sóbrio em todas as coisas, suporta as aflições, faze o trabalho de um evangelista, cumpre cabalmente o teu ministério." (2 Tm 4.5) "euangelistes (εὐαγγελιστής), literalmente, 'mensageiro do bem' (formado de eu, 'bem', e angelos, mensageiro), denota 'pregador do Evangelho' (At 21.8; Ef 4.11, que deixa claro a distinção da função nas igrejas; 2 Tm 4.5). [...] Os missionários são 'evangelistas' por serem essencialmente pregadores do Evangelho." Em igreja local a função do evangelista é ser o missionário daquela congregação, ele visita almas, ganha para Jesus, promove cultos, evangelismos e cruzada tudo em prol a ganhar almas em sua localidade. • Missionário (aquele que cumpre uma missão) Desempenha o mesmo papel que o evangelista, porém esse é designado a fazer a missão em qualquer lugar que a igreja o mandar, seja nacional, urbano ou internacional. • Pastor É o ministro religioso da Igreja Protestante ou Igreja Evangélica. O rito de investidura do pastor é chamado ordenação ou consagração, dependendo da dominação evangélica. De acordo com apóstolo Paulo, uma igreja Local poderia ser dirigida por uma equipe de pastores (confira Atos 20:28; Felipenses 1:1). Dependendo do ramo da Igreja, a função do pastor é desempenhada pelo presbítero ou bispo. A função do pastor No geral, é dever do pastor dirigir a Igreja, cuidar de suas necessidades espirituais. En Atos 20-28:31, estão discriminadas algumas atribuições específicas do pastor, tais como: apascentar, doutrinar e exercer vigilância. A figura do pastor é fundamental, para que a Igreja consiga seus propósitos, devendo ter o próprio Jesus Cristo como modelo “O BOM PASTOR” (ver: João 10-11:14 e Pedro 2-25; 5-2:4). • Bispo Um bispo (do grego antigo επίσκοπος, "inspetor", "superintendente") é um título religioso presente em diversas confissões cristãs, tendo cada uma o seu conceito e suas tradições específicas. Antes do Cristianismo, o termo era utilizado para designar todo tipo de administrador (melhor tradução) nos domínios civil, financeiro, militar e judiciário. Uma mulher é uma episcopisa. • Presbítero = Ancião → refere-se à qualificação de maturidade da pessoa; • Bispo = Supervisor → refere-se ao encargo dado pelo Espírito Santo de olhar por todo o rebanho. No texto acima, a palavra grega para “constituir” tem o sentido de “dar o encargo de”, “comissionar para”. • Pastorear → refere-se ao trabalho que realiza o presbítero em seu encargo de supervisão. Pastorear significa alimentar, cuidar e conduzir o rebanho de Deus. • Apóstolo Apóstolo é a palavra grega para traduzir do aramaico o termo saliah, que significa enviado ou mensageiro. Na versão da Septuaginta, apóstolo é o mensageiro de Deus, enquanto que o verbo apostéllein é usado para indicar a missão do profeta. Cedo se formou a palavra cristã apóstolo. Lucas e Paulo empregam-na muitas vezes; Mateus e Marcos, uma vez só; em João não aparece. Na fundação do novo povo de Deus, Jesus escolhe, da multidão dos seus seguidores, um grupo de doze aos quais constitui juízes e mestres das doze tribos de Israel (Mt.19:28; Tg 1:1). Eles serão o fundamento da nova cidade de Deus. Os doze escolhidos são chamados apóstolos porque são enviados a levar aos homens a divina mensagem da salvação. Sob este aspecto neles se renova o fenômeno religioso do antigo Israel: o profetismo. Como outrora para os profetas, há para os apóstolos um chamado ou uma vocação, com a missão de uma mensagem a transmitir e o envio ao povo de Deus e ao mundo. O homem investido de tal missão torna-se “boca de Deus”: “Quem vos acolhe, é a mim que acolhe, e quem me acolhe, acolhe Aquele que me enviou” (Mt.10-40; Lc. 10-16). Embaixadores de Cristo, os apóstolos continuam sua presença no meio da humanidade, munidos dos mesmos poderes de expulsar “todos os demônios e de curar enfermos” ( Lc. 9:1-2). Para habilitá-los a tal missão, Jesus submete-os a longo período de formação na comunidade com Ele antes que sejam enviados a pregar. Os apóstolos são enviados ao mundo como testemunhas da pessoa e obra salvifica de Cristo (Lc. 24:47-48). O destinatário desse testemunho apostólico é o povo de Deus: “Não podemos deixar de falar do que vimos e ouvimos” (At.4:20). Depois de terem sido testemunhas oculares dos acontecimentos os apóstolos são enviados ao mundo, como mensageiros da salvação e “ministros da palavra” (Lc. 1:2). Lucas descreve, no Atos dos Apóstolos, a propagação da Palavra depois do Pentecostes. 3.1 - Obreiros (IITm 2.15) - são servos escolhidos segundo os critérios da Palavra de Deus, consagrados pelo Ministério da Igreja, mediante prévia aprovação do mesmo. A exemplo dos líderes, conforme preconiza a Bíblia, devem se consagrar ao serviço dos santos, sendo bons cooperadores na obra (ICo 16.15,16), suprindo as necessidades que surgirem em qualquer área da Igreja que necessite da atuação dos mesmos (ICo 16.17). Os obreiros serão submetidos a um período de experiência (I Tim 3:8-13), após o qual poderão ser conduzidos, ou não, para exercer efetivamente o seu encargo ministerial. 1 - Moral - de boa conduta (At 6.3) 2 - Espiritual – cheio do Espírito Santo (At 6.3) 3 - Intelectual – cheios de sabedoria (At 6.3) De acordo com as normas de ITm 3.8-13, o obreiro deve ser: a) Conservador do mistério da fé; b) Experimentado; c) Governar bem a sua casa; d) Irrepreensível; e) Não cobiçoso de sórdida ganância; f) Não maldizente; g) Portador de uma consciência limpa; h) Responsável; i) Ser dizimista e ofertante; j) Ser fiel em tudo; k) Ser temperante; l) Sincero (de uma só palavra) 3.2 - Características básicas para o obreiro - O obreiro será um auxiliar direto do Pastor local, subordinado a um líder delegado por este último. Deverão primar pelo fiel cumprimento das ordens emanadas pela liderança da Igreja, auxiliando, da melhor forma possível o Pastor local na condução da obra de Deus. Os obreiros terão também, entre outras atribuições que lhe forem delegadas, as seguintes missões. 3.3 - Atribuições do obreiro: a) Chegar antes do início do culto para verificar as condições e toda a estrutura de arrumação do templo (cadeiras, luzes, banheiros, ventiladores, som, arrumação do púlpito, etc), tomando todas as providências, dentro de sua esfera de atribuições, para que o trabalho seja iniciado no horário previsto; b) Estar em condições de iniciar o culto, no impedimento do Pastor local, ou da pessoa por este designada; além de realizar orações, ou trazer uma reflexão acerca da Palavra de Deus, em ocasiões especiais; c) Receber, de maneira Cortez e alegre, todos os irmãos e visitantes que adentrarem ao local do culto; d) Impedir a entrada de animais, pessoas em visível estado de embriaguez, pessoas que demonstrem a nítida intenção de desviar a atenção dos demais presentes, ou pessoas que demonstrem explicitamente o desejo de atrapalhar o bom andamento do culto; e) Coibir qualquer pessoa que venha causar transtorno na boa ordem do culto, procurando, se for o caso, retirá-la da nave principal do templo, sempre da maneira mais polida e discreta possível; f) Coibir pessoas, que estejam sem motivo justificado, do lado de fora do templo durante os cultos, de maneira cordial, porém, enérgica, principalmente quem se apresentar em conduta que desabone o testemunho como cristão; g) Nos momentos de oração, quer seja pelos que estão se convertendo, ou pelos membros da Igreja, deverão dar a devida cobertura a quem está à frente do trabalho, impondo as mãos sobre o público alvo e conduzindo-os para o local que lhes for determinado; h) Deverão, quando do término da reunião, fiscalizar e auxiliar a devida arrumação do templo, bem como a guarda de qualquer material que deva ser recolhido, acionando os responsáveis para tal; i) Auxiliar a administração da Igreja no sentido de que haja a maior economia possível quando aos gastos com água, energia elétrica, telefone, bem como contribuir ativa e passivamente com a segurança do templo; j) Deve ser alguém com maturidade espiritual, pronto a respeitar e acatar ordens da liderança superior. k) Deve fazer bom uso da comunicação de informações; l) Deve se limitar a decidir dentro do poder e área que lhe foram delegados, sem criar conflitos com outros departamentos ou com os propósitos explícitos da Igreja. 4 - O OBREIRO COMO LÍDER 4.1 - Princípios Específicos 4.1.1 – Planejamento: trabalho 4.1.2 – Organização: tempo e recursos 4.1.3 – Integração: tarefas 4.1.4 – Motivação: equipe de trabalho 4.1.5 – Avaliação: resultados 4.1.6 – Alvos: realistas para atingir objetivos 4.2 - Características Básicas 4.2.1 - Interesse pelos outros 4.2.2 - Identificação com os outros 4.2.3 – Perspectiva: visão dos problemas 4.2.4 – Prioridades: a importância do trabalho 4.2.5 – Propósitos: estabelecer alvos para sua liderança 4.3 - Perfil Social 4.3.1 – Integridade: caráter reto e princípios morais 4.3.2 – Convicção: fundamentos da fé em Deus para realizar a sua obra 4.3.3 – Lealdade: ao Senhor, superiores e liderados; 4.3.4 – Estabilidade: confiabilidade e capacidade de domínio de circunstância 4.3.5 – Discernimento: conhecimento dos fatos, consciência do que precisa ser feito, e desenvolvimento de plano de ação 4.3.6 – Tato: capacidade de lidar com outros sem ofender 4.3.7 – Conhecimento: da tarefa, das nossas forças e dos nossos pontos fracos, procurando sempre melhorar 5 – OBREIRO E A ÉTICA MINISTERIAL 5.1 - Ética nas Relações Eclesiásticas 5.1.2 - Em Relação à Igreja a) manter-se leal ou solicitar desligamento caso haja discórdia (Rm 14.22); b) jamais fazer críticas à mesma publicamente (ICo 6.1-9); c) esforçar-se para promover o seu desenvolvimento (At 2.41-47); d) conhecer a história sua história e seus objetivos principais e) como membro do Corpo de Cristo, tratá-la com estima (Ef 5.23); f) não se deixar levar por indivíduos ou facções (IPe 5.1-3); g) reconhecer o momento certo de se afastar de sua função quando perceber tal necessidade (II Tm 4.7); h) não fazer qualquer manobra política interna (I Co 10.23,31); i) acatar as deliberações da mesma (I Pe 5.2,3); j) ser cuidadoso no relacionamento com pessoas do sexo oposto, revelando pureza em seus gestos (Ec 9.8); l) manter o respeito para com os membros da mesma (Tg 3.2,8). m) se estar insatisfeito com a congregação ou o pastor, seja sincero, converse com seu pastor, não vai adiantar nada você conversar com todos e não com quem deveria ouvi-lo, você pode ser visto como um traidor no ministério, porque conversará assuntos desagradáveis com alguém e o assunto vai chegar aos ouvidos do Pastor que passará olhar o obreiro com outros olhares. Não faça como Coré, Datã e Abirão. 5.1.3 - Em Relação à sua Função a) ser fiel a Deus em tudo e em todo o seu trabalho (Ap 2.11); b) nos eventos fora da Igreja, portar-se com discrição e absoluta dignidade cristã (I Tm 5.1-15); c) não comentar com familiares assuntos confidenciais cuja divulgação seja pejorativa para a obra do Senhor (ITm 3.1-5); d) zelar pelo decoro do púlpito e pelo seu próprio preparo (IITm 2.15); e) acatar orientações e projetos prioritários da Igreja (Tg 4.6). 5.2 - Ética nas Atividades Ministeriais 5.2.1 - Em Relação aos Colegas a) zelar pela reputação de seus colegas, não, permitindo comentários desabonadores a seu respeito (Jo 15.17); b) não suscitar dúvidas no coração de seus colegas (Ef 4.13); c) cultivar junto aos colegas o hábito da franqueza, bondade, lealdade e da cooperação (Rm 12.9,17); d) não prestar falso testemunho contra o colega (Pv 6.19); e) restituir, quando prejudicar o colega não somente os bens materiais, mas, também, os morais e espirituais; f) perdoar ao colega ofensor, mesmo que lhe seja de direito exigir justificação daquele que o ofende (Mt 6.12). 6 - O OBREIRO E AS ATIVIDADES MINISTERIAIS 6.1 - O Culto 6.1.1 - A direção do culto (saudação inicial, leitura e oração); 6.1.2 - A palavra sobre ofertório (grupos familiares e reuniões extras); 6.1.3 - A Mensagem (salvação e edificação); 6.1.4 - A confissão de fé (decisão); 6.1.5 - Encerramento (oração final e bênção apostólica). 6.2 - A Santa Ceia 6.3 - O Batismo nas águas 6.4 - Outras cerimônias 6.4.1 - Casamento 6.4.2 - Apresentação de criança 6.4.3 - Ato fúnebre 6.4.4 – Visita a enfermos 7 – SUBMISSÃO PASTORAL Heb. 13: 17; Obedecei a vossos pastores, sendo-lhes submissos; porque velam por vossas almas como quem há de prestar contas delas; para que o façam com alegria e não gemendo, porque isso não vos seria útil. Um grande problema na igreja é submissão começando com obreiros, na maioria das vezes são obreiros que começam um partidarismo contra o pastor ou alguma situação na igreja. É importante a obediência do obreiro ao seu pastor, afinal homem nenhum levantaria um sucessor rebelde, se olhamos a história da Bíblia vamos encontrar os sucessores de grandes homens de Deus obreiros de valor que fez sua história com submissão e valor. Um grande exemplo no Brasil é o Pastor Silas Malafaia que viveu subordinado ao seu pastor por trinta anos e hoje é o presidente do seu ministério. O pastor não é o dono da sabedoria, da santidade, da verdade, ele também está sujeito a falhas e pecados, mas obreiros leais e fiéis sabem que tem compromisso com Deus de zelar da igreja e de seu pastor sabendo que a recompensa virá do Senhor. Um obreiro sábio que ajuda o pastor nos momentos difíceis será lembrado como aquele que o ajudou, pagou preço por ele, intercedeu essa será a lembrança na mente do pastor e da igreja, mas o obreiro que levanta ou acompanha motim contra seu pastor também será lembrado como o que ajudou derrotar um pastor e fazer uma igreja sofrer. Submissão é a chave para a paz pois isso gera confiança. Olhando para a história de Ana quando estava atribulada, orava balbuciando e foi mal interpretada pelo Sacerdote que a comparou a uma embriagada. I SM. 1.: 12 Continuando ela a orar perante e Senhor, Eli observou a sua boca; 13 porquanto Ana falava no seu coração; só se moviam os seus lábios, e não se ouvia a sua voz; pelo que Eli a teve por embriagada, 14 e lhe disse: Até quando estarás tu embriagada? Aparta de ti o teu vinho. Ana poderia responder em um som áspero sem menor respeito ao Sacerdote que mostrava ser uma pessoa sem visão no momento. Mas ele foi sábia e submissa. 15 Mas Ana respondeu: Não, Senhor meu, eu sou uma mulher atribulada de espírito; não bebi vinho nem bebida forte, porém derramei a minha alma perante o Senhor. 16 Não tenhas, pois, a tua serva por filha de Belial; porque da multidão dos meus cuidados e do meu desgosto tenho falado até agora. Depois da sua explicação sábia e submissa o sacerdote a abençoou. 17 Então lhe respondeu Eli: Vai-te em paz; e o Deus de Israel te conceda a petição que lhe fizeste. Se Ana não usa de sabedoria na resposta, poderia ter causado uma confusão, mas a palavra branda derruba a ira, que os obreiros de Deus possa usar isso como exemplo. Os obreiros de modo geral isso é todos os consagrados para ajudar o pastor administrar a igreja deve obediência ao pastor, pois este é o gerente da casa de Deus fazendo valer a Palavra do Senhor no seio da igreja. O pastor não tem bola de cristal e nem é adivinho, os obreiros devem ser olhos, pernas e em casos especiais devem sustentá-lo como no belo exemplo de Arão e Hur na guerra contra os Amalequitas (Ex 17: 8-15). Um corpo de obreiros que trabalha com harmonia com o pastor isto é igual a crescimento da obra. Mas um corpo que tem obreiros que não respeitam a autoridade do pastor começa agora a tomar o exemplo de Coré, Data e Abirão. Falar mal do pastor e causar divisão na igreja induzindo os adeptos a manchar a conduta do pastor causando uma rebelião colocando em dúvida a sua autoridade de representar Deus no meio do povo ( Nm 16). O pastor é ungido de Deus cabe os obreiros amigos adverti-lo, ajudá-lo. Mas interferir em sua vida pessoal , espiritual ou emocional isso cabe a Deus. Em Números 12 temos um exemplo. Moisés ungido do Senhor tomou por causa não revelada uma mulher cuxita uma africana da Etiópia isso era para os hebreus pecado havia ordenanças para os hebreus não casarem com mulheres que não fossem de sua linhagem, mas Moisés quebrou essa regra, isso foi motivo do homem mais importante do ato sacrificial do antigo Testamento O sumo sacerdote Arão e sua irmã Miriã ambos irmãos de Moisés indagarem se Deus não corrigia Moisés também, Eles foram chamados atenção pelo próprio Deus que cobrava deles respeito fazendo uma pergunta “ Porque não tiveste temor ao falar contra o meu servo Moisés”? Obreiros do Senhor, não ajunteis com quem fala do pastor sai de perto destes tais, quem ama o ministério e o seu pastor ora e aconselha, se não pode fazer isso peça saída da igreja vá congregar onde se sentir melhor, mas não divida a obra de Deus e nem levante-se contra o ungido de Deus deixe que o próprio Deus o punirá. “Deus não se deixa escarnecer; porque tudo que o homem semear, isto também ceifará” (Gl 6:8).