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B. O líder e a sociedade da igreja. Na igreja, congregação dos justos, o líder não deve ser insocial, porém imparcial, deve estar sempre presente no povo, e agir com senso de justiça, não deixando que os conceitos que o mundo tem, partidarismo, interesse pessoal, ambição, influencie na hora de tomar atitudes. Aquele que está a frente, não deve deixar motivos para que existam discórdias dentro da igreja por causa da sua pessoa, não deve abusar do fato de ser líder, ou irmão, para lançar mãos dos bens alheios, explorar o seu próximo ou agir com desprezo, confiando no perdão do outro. Mas , infelizmente, há dentro das igrejas, líderes autoritários, exploradores, que lançam mão do seu cargo até mesmo para lesar o seu próximo. C. O líder e a sociedade secular. Igualmente, no meio dos ímpios, o líder deve agir com amor, e não pode ser omisso, levar a igreja a fazer diferença no meio em que vive. Jeremias nos mostra os quatro pilares da influência que o líder deve levar a igreja a ter na sociedade. O líder cristão deve levar o grupo a ter presença na comunidade, deve ser a presença no ministério da oração, deve ser presença no ministério da prática e no ministério da proclamação que abrange a prática; A Presença da Igreja na comunidade. Deve ser uma presença transformadora Jr. 29:5 Tg. 1:9,13,17. Uma presença consciente , edificando casas chamando para sermos sal. Aqui Jeremias está instruindo os exilados de Deus a não terem para com a cidade uma postura de exilados. Ele está dizendo: "Invistam em imóveis, ingressem na vida econômica da cidade!" . E é isso que devemos tomar como exemplo para não só limitarmos o nosso evangelismo e aos cultos aos domingos, e sim, uma presença constante; A Presença na Oração. Orando intensamente Is : 62:1-7; Orando pela Paz da comunidade, pela reforma no processo econômico e político , e pela segurança; A Presença na Proclamação e na Prática. Somos responsáveis por compartilhar a Fé que está dentro de nós. I Cor 9:16. E que esse ministério deve ser edificado com oração e prática. D. O líder e a Sua Família. Além desses pontos, o líder não pode esquecer de ser honesto também com sua família . Ser honesto com a família não indica apenas fidelidade ao cônjuge ou aos pais, mas sim uma presença, uma participação e prioridade. Deus, como lemos no livro de Gênesis, estabeleceu a instituição do matrimônio, para vivermos os dois como um. Mas o líder enfrenta problemas quanto a prioridades entre o ministério e o seu lar. Qual deles deve ter prioridade quando surge um conflito? Há quem considere que não existe problema, dizendo: “Eu sempre ponho a obra de Deus em primeiro lugar”. Mas lembremo-nos de que os votos declarados no dia do casamento não perdem sua força no ministério. Devemos não ser líder na igreja, e motivo de repreensão em casa, mas sim amar o cônjuge, os filhos, aconselhá-los, confortá-los e ensinar-lhes os caminhos do Senhor . Muitas vezes há filhos menores em casa, o ministério principal da mãe já está estabelecido. Na passagem dos anos, ela naturalmente terá mais tempo para dedicar à obra, e o marido deveria encorajá-la a começar ou recomeçar algum ministério segundo a direção de Deus. O importante é reconhecer que Deus tem ordenado a todos nós que cuidemos de nossas famílias. Ocasionalmente, quando existe um problema sério ou doença grave, somos obrigados a dar prioridade à família. Obedecer a chamada divina não nos isenta das obrigações familiares. Vamos, então , cumprir o nosso dever em ambas as áreas, sempre usando o bom senso e buscando a direção de Deus. 2.2. Bom Senso Bom senso é a capacidade de julgar imparcialmente todas as partes que envolvem uma situação e agir de forma a não prejudicar, ou a prejudicar o menor número de pessoas, também é a capacidade de exercer justiça principalmente em períodos de difícil escolha. O Bom Senso envolve várias áreas da liderança, devemos ter bom senso: A. Nas Decisões. O bom líder cristão, deve agir com este bom senso nas suas decisões, pois delas dependem não só o andamento do ministério, mas também a vidas das pessoas relacionadas com este. Para tomar suas decisões, o líder deve estar em oração buscando a direção de Deus em todo o tempo, buscar apoios bíblicos para a sua decisão e averiguar as conseqüências posteriores da sua decisão. B. Na Agenda. Talvez este seja o tópico em que os líderes mais erram atualmente. Marcar visitas, evangelismos, e repetidas vezes faltar aos mesmos, atrasar nos seus compromissos, nos pagamentos de contas , impostos e dívidas com o seu próximo, agendar inúmeros compromissos de forma a não ter vida social ou vida familiar são casos comuns aos líderes evangélicos, que muitas vezes colocam na fé a desculpa para agir de forma errônea. Vale a pena lembrarmos aqui que o líder jamais será perfeito, por isso ele deve saber distribuir as tarefas, concedendo responsabilidades e esforçando-se para cumprir cabalmente as atividades que lhe são devidas. Conheço um pastor e professor de seminário, que ao ver sua incapacidade de agir com bom-senso com sua agenda, entregou a mesma à sua esposa, deixando a ela a responsabilidade de lhe agendar compromissos, lembrar-lhe dos mesmos, e organizar os dias. Diante da sua falha, ele agiu da melhor forma possível colocando outras pessoas ao seu lado para alcançar uma boa disciplina. 2.3. Disciplina Este deve ser o ponto chave não só dos líderes mas de todos os cristãos. Segundo o dicionário disciplina é ordem, respeito, obediência às leis. A. Na Oração. A disciplina é uma forma de conseguirmos mantermos um ritmo diário sem declinarmos espiritualmente num mundo agitado que nos esgota o tempo. Ter um momento diário pré-determinado para dedicarmos à oração é um dos maiores exemplos que um líder pode dar de que nem só de pão vive o homem ( Mateus 4:4). Daniel, um líder bíblico, apesar de toda agitação da sua vida no cargo de governador de uma nação, tinha uma disciplina diária de oração e dedicação a Deus, âncora esta que não lhe permitiu regredir diante dos maiores problemas da vida. B. A Hora do Silêncio. É também um exemplo do líder, o saber quando se calar ( Eclesiastes 3:7). O silêncio na hora certa, transmite muito mais mensagens do que as palavras. Podemos ver o próprio exemplo na vida de Jesus Cristo, e as inúmeras vezes que o seu silêncio chegou a incomodar os ímpios. Às vezes, o líder revela a sua indisciplina e o seu mau exemplo, atendo-se a contendas e rixas que não edificam mas traz um maior endurecimento no coração daqueles que ouvem, tentando se justificar ou impor suas vontades, mas deve-se lembrar que mesmo certos, às vezes o silêncio é a maior arma para fazer com que os liderados aprendam . C. Fugir do Mal. O líder , que muitas vezes não chega a praticar o mal, deve zelar pelo seu testemunho, por causa dos seus liderados, deve ter em mente o que está pensando de si as pessoas que estão lhe vendo. Se está despertando motivos nos seus liderados para pecarem . Entretanto, um extremismo tem ocorrido dentro da igreja nos dias de hoje . Líderes tem imposto uma série de proibições sobre si e sobre os seus liderados sob o medo do julgo, e com isso, fazendo um grande erro, porque são as proibições que despertam os desejos mais árduos.2.4. Humildade e Espírito Servil A. Perante Deus. O líder deve se posicionar abaixo de Deus, observando sempre os seus preceitos para saber qual é a vontade do Pai. Não deve ter de si mesmo a impressão de que conhece toda a direção de Deus, mas tem que se colocar de forma humilde e servil, sabendo que Deus pode fazer-lhe passar por situações diferentes na vida. Atitudes como murmurações, indignações , as famosas frases: “eu não aceito isso, sou filho do Rei!” por parte dos líderes servem para debilitar a fé dos liderados. Entretanto deve se saber diferenciar o que é murmuração da confissão. Confessar seus defeitos, angústias e fraquezas diante dos liderados não é sinal de defeito, mas sim maturidade, desde que tanto o líder quanto os liderados saibam e tenham em mente as Palavras de Deus. B. Perante os Homens. Líderes não podem se comportar como reis absolutistas, querendo para si as primícias de todas as coisas, mas antes, devem ser os primeiros prontos a servir, assim como Jesus lavou os pés dos seus discípulos. Se diante do mesmo tiver de escolher entre dois pratos, sendo um pior, deve dar o exemplo, deixando aos liderados o melhor. 2.5. Comunicação O fato de ser humilde, está longe de ser ignorante e inculto, um homem para liderar, deve dominar bem o assunto sobre qual lidera, não só isso, mas deve também saber passar esse conhecimento adiante. A mensagem do líder deve ser eficiente, não um montante de palavras desordenadas que nada transmite. Os liderados esperam do líder palavras de soluções, não protelações. As palavras do líder deve ser adequada ao conhecimento dos seus liderados, com uma linguagem clara, concisa, correta e precisa, mas longe de ser confusa e inintelegível. É melhor aos líderes dominarem conceitos de oratória, e homilética. Mas comunicar não significa apenas falar, o líder deve saber ouvir críticas e conselhos e julgá-los com bom senso para promover uma melhor eficiência do seu ministério . Deve também estar de ouvidos abertos a Deus, e a sua família. Resumindo, o líder não deve fugir da responsabilidade de se comunicar, seja por medo, impaciência, orgulho ou qualquer outro sentimento. 2.6. Habilidade O líder deve saber que não possui todas as habilidades necessárias ao seu ministério, por isso deve descobrir qual dom Deus lhe reservou, adquirir conhecimento para melhor desempenhar este dom, e ter um quociente emocional equilibrado para saber relacionar-se com as pessoas. Por não ter todas as habilidades necessárias, ele deve aprender a "delegar poderes". Essa é a função primordial do líder. Ele não é aquele que sabe fazer tudo melhor do que todos, mas sim aquele que está a frente para organizar o trabalho, entregando as tarefas adequadas às pessoas adequadas. A principal habilidade do líder deve estar em dividir, organizar, e canalizar recursos e pessoas para atingirem o seu alvo. Todos gostam de ter uma função definida, principalmente se essa função lhe investe de um sentimento de poder fazer algo por conta própria, de responsabilidade, de saber que o seu líder confia nele. Quando somos adolescentes e pré-adolescentes, nosso maior prazer é quando o nosso líder, seja pai, professor, ou até mesmo o líder da nossa "turminha", chega até nós nos dando uma tarefa, principalmente quando ele não nos indica o meio de como fazer essa tarefa, confiando em nosso talento, sabendo que podemos executá-la. E quanto mais difícil o que nos foi ordenado, mais fazemos com alegria e espírito desafiante. E logo retornamos ao nosso líder esperando outra "missão impossível" . Isso nos faz parecer importantes, isso nos faz ter compromisso com o trabalho. O exemplo maior dessa atitude temos no nosso próprio Líder Maior, ele nos dá o chamado, que a primeira vista parece que para ser executado depende inteiramente da nossa disponibilidade e capacidade, e isso é que muitas vezes nos traz ânimo para continuarmos, a sensação de desafio. O homem gosta de desafios. E a habilidade do líder está em trazer estes desafios para os seus liderados. 2.7. Motivação Há várias motivações erradas que mantêm os líderes nos ministérios, uns por dinheiro, outros por "status", o líder deve reconhecer com franqueza, qual a sua verdadeira motivação de estar em um ministério de Deus, levando em conta que de todas as coisas Deus pedirá conta. Os psicólogos desde há muito têm consciência da importância da motivação. Os padrões de conduta, sejam eles bons ou maus, podem ser diretamente traçados até aos motivos dos indivíduos. Decisões, quer importantes quer não, são afetadas pelos nossos motivos. Muito tempo se gasta na introspeção e na análise de por que as pessoas reagem da maneira como o fazem. A motivação é também um tópico vital na liderança. Atualmente, as pessoas questionam a sabedoria das decisões dos seus líderes, por haverem sido mal impressionadas pelos motivos errados de líderes de ontem. Assim, ouvimos comentários como: "Ele só visa a seus próprios interesses". Ou : "Todos eles são iguais. Ninguém pode confiar neles!". E quando alguém parece obter sucesso, as pessoas criticam como segue : "Se você realmente o conhecesse, saberia porque ele está agindo desse modo!". Sim, pomos em dúvida os motivos das pessoas. Há seis áreas nas quais um líder espiritual deve ser especialmente cauteloso quanto aos seus motivos. Em cada uma dessas áreas há algum motivo impróprio que pode destruir a eficácia de um líder espiritual. A. Evite uma posição que conduza ao orgulho. O desejo que alguém tem de querer ser o primeiro em tudo tem suas raízes no orgulho, o que o Senhor odeia . ( ver Provérbios 6.17). B. Orgulho e Serviço. O orgulho está vinculado a títulos retumbantes e a ofícios fantasiosos. O orgulho cobiça o reconhecimento público e busca exibir-se perante os olhos alheios. Uma pessoa motivada por sua posição inclina-se mais a enfatizar a sua autoridade do que o serviço que pode prestar a seus semelhantes. A sede de posição cega-nos os olhos para os sentimentos das pessoas ao nosso redor ou sob nossa supervisão. A autoridade é, então, encarada como um título ou como a descrição de uma ocupação , ao invés de ser considerada como uma responsabilidade que somente Deus pode ajudar a pessoa a cumpri-la. O melhor líder é aquele dotado do coração de um servo. Ele não exibe parcialidade, mas aprende a ser "escravo de todos". Jesus ilustrou esse problema em Suas observações a respeito dos escribas e dos fariseus ( ver Mateus 23.6-12). O problema daquela gente era o desejo que tinha por honrarias e posições. Eles apreciavam os lugares de "honra" e os "assentos principais nas sinagogas". Eles queriam ser tratados com respeito. Desconheciam quase totalmente o que significa alguém ser um servo. Três motivos básicos explicam o desejo que um líder possa ter por posições. 1. O Desejo de Uma Autoridade Máxima. É difícil, para pessoas motivadas pelo desejo de posição, mostrarem-se subservientes a outras. Em cada decisão e plano eles desejam ter a resposta final. Há uma ocasião em que aqueles que exercem autoridade precisam tomar a decisão final; mas qualquer líder experiente, com grande senso de responsabilidade pode dizer prontamente o quanto essa autoridade pode pesar sobre a vida do indivíduo. As suas decisões afetam as vidas de outras pessoas. O melhor líder é aquele que tem o coração de um servo. Ele não exibe parcialidade, mas aprende a ser "servo de todos" ( ver Marcos 10.42-45). 2. O Desejo de Dominar. O desejo de controlar e dominar outras pessoas pode originar-se em uma auto-imagem inadequada e insegura. Se uma pessoa snte-se interiormente insegura, ou então em sua ocupação , ela tenderá a querer dominar outras pessoas. Isso lhe fornece certa medida de satisfação, por saber que pode controlar seus semelhantes. Esse sentimento é oriundo do orgulho, e não da humildade. Não leva em conta a importância de cada indivíduo. Recusa-se a aceitar diferenças de opinião. Algumas vezes, o temor de falhar, manifestado por um líder, resulta um desejo de dominar outras pessoas. Ele tenta ocultar os seus próprios erros e inadequações, da atenção de outras pessoas, dominando e controlando. 3. O Desejo de Ser Admirado. Algumas pessoas querem ser líderes simplesmente por pensarem que posições elevadas forçam outros a lhe darem atenção. Um líder motivado pelo desejo de posição sente que os "melhores assentos" e o "melhor serviço" cabem àqueles investidos em altas posições. O desejo que um homem tem de que outros o respeitem, é um reflexo de sua auto-estima. O respeito, porém, deve resultar de um estilo de vida piedoso e de um caráter correspondente a isso, e não de elevadas posições na vida. Se o seu estilo de vida não é agradável ao Senhor, as pessoas poderão aparecer respeitosas mas só externamente, pois, internamente, haverão de ressentir-se de sua liderança. Qual é a solução para esse problema de liderança, na direção do qual todos somos tentados ? Humildade; avalie-se a si mesmo à luz da aprovação e dos possíveis elogios divinos; torne-se um servo de todos. Essa é a única solução. Rejeite todas as muletas artificiais e superficiais, as pequenas bengalas sobre as quais nos apoiamos para provar quão importantes somos. Afaste-se dos motivos inadequados. Dê-s a si mesmo o papel de servo. Será então que você logrará sua mais profunda satisfação! Não tenha amor ao Dinheiro. Quanto ao problema do amor ao dinheiro, a solução, de acordo com o ensino paulino, é o contentamento ( Fp 4.11-13,19). Cuide em não querer ser famoso. A fama sob ao coração do líder que se deixa impressionar pelas suas próprias realizações. Um líder é uma pessoa solitária; e algumas vezes a necessidade de encorajamento é tão grande que uma pessoa só exerce a liderança para receber o encorajamento de outrem. Cuidado! Paulo escreveu em Gálatas 6.14: "Mas longe esteja de mim gloriar-me , senão na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo, pela qual o mundo está crucificado para mim, e eu para o mundo". Alguns crentes desejam fama, pois desejam que as pessoas reconheçam quão grandes eles são. Outros desejam ser bem conhecidos, porque querem parecer com alguma outra pessoa. Outros sentem que a fama os torna pessoas importantes. Diz o trecho de Provérbios 27.2 "Seja outro que te louve, e não a tua boca, o estrangeiro, e não os teus lábios". O nosso grande desejo deveria ser glorificar a Deus. Em 1 Cor. 1.29 , Paulo afirma: "... ninguém se vanglorie na presença de Deus". E, no versículo trinta e um do mesmo capítulo, ele diz: "Aquele que se gloria, glorie-se no Senhor". Uma pessoa que seja controlada pelo desejo de tornar-se famoso precisa de abnegação. Por abnegação não quero dar a entender o ascetismo ou a falsa humildade, e sim, o desejo de fazer tudo redundar para a glória de Deus. Temos aí a disposição de não chamarmos a atenção de ninguém, para que só Jesus chame a atenção das pessoas. Trata-se de arredar para um lado a ambição egoísta, submetendo-nos ao Senhor de todos, o único que é digno de louvor. A prática de abnegação consiste em nos dedicarmos ao louvor de Deus, agradecendo-Lhe por tudo . Logo, a Ele seja toda a glória! Cuidado com as necessidades pessoais. A preocupação com as necessidades pessoais pode ser equacionada por meio da confiança em Deus, precisamos de encorajamento e afeto físico. Recomendou Pedro : "... lançando sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós." ( I Pd. 5.7). E Davi exclamou : "O Senhor é o meu pastor; nada me faltará "( Sl. 23.1). Não lidere por senso de obrigação. Um líder espiritual que lidera por sentir-se obrigado a servir, não tem nem alegria e nem entusiasmo. Diz Paulo em Rm. 14.17: "Porque o reino de Deus não é comida nem bebida, mas justiça , e paz, e alegria no Espírito Santo". Alvos de Empreendimento. Finalmente, o líder que acha o seu motivo nas realizações , costuma comparar-se com outras pessoas. Tal líder precisa repousar no Senhor a fim de encontrar paz. "Tu Senhor, conservarás em perfeita paz aquele cujo propósito é firme ; porque ele confia em ti" ( Is 26.3). 2.8. Autoridade Sem princípios morais absolutos, necessariamente a autoridade ruirá por terra. As organizações evangélicas podem experimentar grande desunião, deslealdade e rebeldia contra a autoridade, se a natureza pecaminosa das pessoas ali envolvidas não for controlada pelo Espírito Santo. E falta de problemas organizacionais causam resistência à autoridade . Devemos ter em mente que Deus, é a fonte de toda a autoridade. E devemos nos submeter à autoridade , pois se não submetemos à autoridade, então também não podemos esperar que outros se submetam à nossa autoridade. A forma como um líder consegue para si autoridade é na tomada das decisões , na delegação por parte de outros, no estabelecimento de um ministério e por meio de experiência pessoal. Acerca desse assunto veremos com mais detalhes posteriormente. 2.9. Estratégia Bons líderes tem uma estratégia,. É bom lembrarmos que estratégia compõe-se de: Objetivos, Alvos, Prioridades e Planejamentos. Objetivos – os propósitos básicos da organização; Alvos – as maneiras específicas através das quais os propósitos da organização poderão ser aquilatados e cumpridos; Prioridades – Os fatores que determinam quando e por que as coisas se realizam. Planejamento – O processo usado para atingir os alvos . Muitas organizações e líderes estão operando sem uma boa estratégia. Eles só tem um alvo em mente, ou seja, manter a organização, prosseguindo dia após dia. Tratam somente de problemas e necessidades atuais. Organizações dessa natureza estão com alguma “enfermidade terminal”. E ainda que não seja uma enfermidade “terminal”, pelo menos é uma “enfermidade”. Uma organização não será saudável se não souber para onde está indo e porque razão. Uma vez entendido o que é uma estratégia, e por qual razão ela é importante, cada área da vida deverá ser incluída em uma estratégia. Na verdade, existem três áreas básicas que serão afetadas por uma estratégia : a vida pessoal, a vida doméstica e a vida da organização. Devemos lembrar que: os alvos refletem nossa confiança e fé em um Deus soberano. Confiamos nEle de que Ele realizará a Sua obra em nós? Sobre planejamento estratégico, este estudo tem um capítulo exclusivamente dedicado a isso. – “Preparando cristãos para a defesa da fé!” LIDERANÇA CRISTÃ - 9 2.10. Amor Coríntios 13 resume bem acerca do amor, e Jesus Cristo bem dissera que do amor descende toda a lei e os profetas. Amar nossos semelhantes não é tão simples quanto pode parecer ! Os líderes sabem disso; mas, muitas vezes, não sabem por que é assim. Na tentativa de demonstrar amor, alguns de nós desistem facilmente demais. No mundo secular, algumas vezes, os líderes atuam separados daqueles que trabalham sob suas ordens. Diferentes privilégios e instalações são conferidos aos líderes separando-os dos que trabalham com eles. Amizades profundas geralmente não são cultivadas entre líderes e trabalhadores. Isso seria considerado perigoso. Deve haver alguma ocasião em que um líder mostre, àqueles que com ele trabalham, que eles são mais importantes para ele do que as tarefas que precisam ser levadas a efeito.
Dicas para ver sua igreja fracassar em suas iniciativas de projetos:
Não freqüente a Igreja, mas quando for lá, procure algo para reclamar;